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Translate traduzir ImprimirImprimir 04/07/2017 16:47

Brasil se destaca no Festival Brics de Cinema realizado na China

“Nise” leva o Panda Awards de Melhor Filme e “Que horas ela volta?” recebe prêmio especial do júri

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Coletiva de imprensa dos filmes brasileiros durante festival chinês

O cinema brasileiro saiu premiado no Festival Brics de Cinema, realizado entre os dias 23 e 27 de junho em Chengdu, no sudeste chinês. O evento reuniu 10 produções dos países que formam o Brics: Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul.

 

O Brasil levou o Panda Awards de Melhor Filme com “Nise - O coração da Loucura”, de Roberto Berliner, e o prêmio especial do júri com “Que horas ela volta?”, de Anna Muylaert.

 

Além dos premiados, o festival abriu espaço para dois longas-metragens nacionais, selecionados para a mostra não competitiva do festival: “Mundo cão”, de Marcos Jorge, e “Cidade de Deus”, tratado como clássico do cinema brasileiro pela imprensa chinesa.

 

O Brasil marcou presença também no longa “Where has time gone?” (“Onde o tempo acabou?”, em tradução livre), coletivo de cinco curtas que abriu o festival e que tem a participação de um diretor de cada país do Brics. Walter Salles dirige um dos curtas, protagonizado por Maeve Jinkings, que retrata os efeitos do desastre ambiental de Mariana (MG), ocorrido em 2015. Os demais curtas foram assinados por Jia Zhangke (China), Aleksey Fedorchenko (Rússia), Madhur Bhandarkar (Índia) e Jahmil Qubeka (África do Sul).

 

O evento foi exibido ao vivo por emissoras de TV e reuniu celebridades do cinema e da música, além de espetáculos de grande porte e superproduções musicais.

  

Paralelamente às exibições e premiação, o festival também busca estreitar relações e acordos no campo cinematográfico. O embaixador do Brasil na China, Marcos Caramuru de Paiva, assinou documento que prevê o aumento da colaboração entre os dois países no campo do audiovisual.

 

Os cineastas presentes também defenderam que o Brics não deve ser um grupo que busca apenas acordos econômicos. Produtor, diretor e ex-presidente da China Film, Han Sanping disse que a maior integração pode fortalecer a indústria cinematográfica dos cinco países e minimizar o padrão hollywoodiano que domina o circuito nestas regiões.

 

“Em muitos mercados cinematográficos, os filmes de Hollywood e os filmes locais deixam pouco espaço para as produções de outros países. Nós temos que quebrar esse padrão, caso contrário, não haverá diversidade de culturas”, ponderou Han Sanping, durante fórum realizado no festival. A próxima edição do evento está programada para 2018, na África do Sul.

 

Premiados no segundo Festival Brics de Cinema:

 

Melhor filme: “Nise - O coração da Loucura”, de Roberto Berliner.

 

Melhor diretor: Kim Druzhinin e Andrey Shalopa, da Rússia, por “Panfilov's 28”.

 

Melhor Ator: Alok Suresh Rajwade, da Índia, por “Turtle: Kaasav”

 

Melhor Atriz: Zhou Dongyu, da China, por “July And Ansheng”.

 

Prêmio Especial do Júri: “Que horas ela volta?”, de Anna Muylaert.

 

 

  1. Diretor Roberto Berliner recebe o Panda Awards de Melhor Filme por “Nise - O coração da Loucura”

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  2. O ator Douglas Silva representou o filme "Cidade de Deus"

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  3. O ator Alexandre Rodrigues representou o filme "Cidade de Deus"

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  4. O diretor Marcos Jorge apresentou o longa “Mundo cão” na mostra não competitiva

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  5. Fabrício Boliveira, ator do filme "Nise - o coração da loucura"

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  6. Michel Joelsas, ator do filme "Que horas ela volta?"

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  7. Helena Albergaria, atriz do filme "Que horas ela volta?"

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  8. Delegação brasileira no Festival Brics de Cinema, na China

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