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Translate traduzir ImprimirImprimir 01/10/2015 15:36

MinC e ANCINE lançam o Programa Brasil de Todas as Telas - Ano 2

Divulgado também o Calendário de Financiamento da Agência

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Manoel Rangel no lançamento do Programa Brasil de Todas as Telas - Ano 2

O Ministro da Cultura, Juca Ferreira, e o Diretor-presidente da ANCINE, Manoel Rangel, apresentaram, no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, 1º de outubro, o Programa Brasil de Todas as Telas – Ano 2, com as linhas de investimento do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) para os próximos meses. As linhas destinam-se ao financiamento do desenvolvimento de projetos, produção de filmes para o cinema e séries para a televisão, e abertura e digitalização de salas de cinema, apresentando entre as novidades a ampliação das modalidades de investimento para a linha de distribuição de longas metragens e o financiamento ao desenvolvimento de jogos eletrônicos.

 

As linhas foram apresentadas sob forma de Calendário de Financiamento – cronograma oficial de lançamento dos editais geridos pela ANCINE até dezembro de 2016 -  possibilitando aos agentes econômicos um melhor planejamento das ações relativas à gestão de sua carteira de projetos. A solenidade, no Espaço BNDES, fez parte da programação do RioMarket, a área de negócios, seminários e workshops do Festival do Rio. Também estiveram presentes: o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, o presidente do BRDE, Neuto Fausto de Couto, e o secretário do Audiovisual do MinC, Pola Ribeiro. A atriz Camila Márdila, a Jéssica do longa "Que horas ela volta?", foi a mestre de cerimônias do evento. A apresentação completa do diretor-presidente Manoel Rangel pode ser acessada aqui

 

Antes do anúncio do Programa – Ano 2, o Diretor-presidente da ANCINE apresentou as linhas gerais da política de financiamento ao audiovisual e um balanço do primeiro ciclo do Brasil de Todas as Telas, que foi lançado em julho de 2014, pela presidente Dilma Rousseff.  Moldado para atuar na expansão do mercado e na universalização do acesso às obras audiovisuais brasileiras, o Programa Brasil de Todas as Telas tinha, em sua concepção, alguns desafios a serem enfrentados.

 

“Para cada problema identificado, atuamos com ações e obtivemos respostas do setor. A produção independente vive hoje seu melhor momento, com os investimentos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), mecanismo que sustenta oPrograma. São ações que se iniciam por um apoio maciço ao desenvolvimento de roteiros e projetos e aos núcleos de criação, avançam pelo suporte a obras de formatos diversos destinadas a múltiplas janelas, continuam pelo apoio à distribuição e à indução a uma relação mais próxima de produtores e distribuidores, qualificam-se com uma inovadora política de desenvolvimento regional que mobiliza os governos estaduais e municipais, e as TVs públicas para a produção em todas as regiões do país. O Programa Brasil de Todas as Telas – Ano 2 representa a continuidade de uma política pública vigorosa e consistente”, comemora Manoel Rangel.

 

O resultado do primeiro ano do Programa superou as metas estabelecidas. Foram 306 longas- metragens e 433 séries ou telefilmes apoiados. A aposta no investimento em desenvolvimento de projetos também foi bem sucedida, rendendo a estruturação de 55 núcleos criativos em todas as regiões do país, e projetando o desenvolvimento de 620 projetos. 

 

O Programa Brasil de Todas as Telas – Ano 2 reafirma sua primeira edição apostando na regionalização do investimento pelo FSA; no investimento contínuo no Desenvolvimento de Projetos; na qualificação da capacidade instalada para cumprimento das metas; na ampliação de espaços para circulação de conteúdos independentes, estimulando o mercado de licenças; no fortalecimento dos catálogos e grades de programação para difusão linear e não-linear; e no fortalecimento da programação das TVs Públicas.

 

No seu Ano 2, o Programa Brasil de Todas as Telas mantém investimentos fortes, em montante total de R$646 milhões, para a consecução de todos os objetivos programados. Há a replicação das ações financeiras anteriores, o que garante a continuidade do financiamento, e haverá novas iniciativas para o enfrentamento de questões específicas.

 

Além das linhas de investimento replicadas, o Programa Brasil de Todas as Telas – Ano 2 planeja atuar sobre quatro temas de importância especial para a atividade audiovisual: a necessidade de ação mais incisiva sobre a distribuição de cinema, a inclusão de novos formatos audiovisuais, a redução da rigidez do financiamento e os novos desafios trazidos pelo vídeo sob demanda. Sobre estes temas, estão programadas novas ações de investimento em distribuição, uma nova linha para a produção de jogos eletrônicos, investimentos na modelagem de um serviço público de VoD, além das iniciativas do ANCINE + Simples.

 

Dentro do Programa Brasil de Todas as Telas – Ano 2 estão previstas ainda as ações administradas pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura - SAv/MinC, como o Edital de Seleção de Projetos para filmes de Longa Metragem de Baixo Orçamento e o Programa DOCTV Brasil. A SAv/MinC coordenará também os novos editais com temática infanto-juvenil,  com temática afro-brasileira, além do desenvolvimento de Jogos Eletrônicos e o apoio à Produção Audiovisual Indígena.

 

Confira aqui o Calendário de Financiamento da ANCINE
 

  1. A atriz Camila Márdila foi a mestre de cerimônias do evento

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  2. O ministro Juca Ferreira falou sobre a política pública do audiovisual

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  3. Auditório cheio para o lançamento do Brasil de Todas as Telas - Ano 2

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  4. O diretor-presidente Manoel Rangel fez um balanço do primeiro ano do Programa

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  5. Autoridades presentes ao lançamento do Brasil de Todas as Telas - Ano 2

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